Por volta do meio da tarde, a energia cai e a mão vai à máquina de vending ou à gaveta das bolachas. O lanche certo evita essa quebra; o errado agrava-a.
Porque o lanche errado piora tudo
Um lanche só de açúcar — bolacha, bolo, barra de chocolate — dá um pico rápido de energia seguido de nova quebra pouco depois. Resultado: mais fome, mais sono e vontade de repetir. É um ciclo que se alimenta a si próprio.
O que faz um bom lanche
Tal como no pequeno-almoço, a regra é juntar algo que sacie a sério: proteína, fibra ou gordura boa, em vez de açúcar sozinho.
- Uma peça de fruta com um punhado de frutos secos.
- Iogurte natural, simples ou com aveia.
- Pão escuro com queijo fresco.
- Cenoura ou outros legumes crus, se apetecer algo para trincar.
Nem sempre é fome
Muitas vezes, o lanche da tarde é tédio, hábito ou cansaço disfarçados de fome. Antes de comer, um copo de água e cinco minutos de pausa ajudam a perceber se a fome é real. Se for, lanche sem culpa; se não for, poupa-se o lanche.
Ter à mão opções simples — fruta na fruteira, frutos secos na gaveta, iogurte no frigorífico — torna o lanche saudável o caminho mais fácil. E é assim, tornando fácil o que é bom, que os hábitos se mantêm.